Namoro ou União Estável? Você Precisa Saber a Diferença!

E aí, pessoal! Beleza? Hoje o papo é sério, mas com aquele toque que vocês já conhecem. Sabe aquela história de ‘juntar as escovas de dente’? Pois é, no mundo dos relacionamentos, a linha entre um namoro ‘só love’ e uma união estável, com direito a dividir até a conta do Netflix e, pior, o patrimônio, pode ser mais tênue do que parece. E aí, meu amigo, a conta pode chegar salgada lá na frente.

Pensa comigo: você tá lá, feliz da vida, construindo seu império (ou pelo menos seu cantinho suado), conhece alguém bacana, o namoro engrena… De repente, ‘pimba!’, acabou. Só que aí um dos lados resolve dizer que aquilo não era só namoro, era ‘quase casamento’, uma união estável. E aí? Aquilo que você comprou durante o namoro, achando que era só seu? Pode ter que dividir. É tipo investir numa ação achando que é a nova Magalu e descobrir que era uma Oi da vida… na hora de vender. Dor de cabeça na certa.

‘Ah, João… mas a gente só namora!’ Beleza, mas a lei e, principalmente, os tribunais, podem ter outra leitura. Se tem convivência pública, contínua, duradoura e intenção de constituir família (mesmo que não morem juntos!), a união estável pode ser reconhecida. E o regime padrão? Comunhão parcial de bens. Traduzindo: o que foi conquistado (comprado, não herdado/doado) durante a relação é dos dois. Meio a meio.

Sem choro nem vela.

‘Mas qual a mágica pra evitar essa confusão?’, você me pergunta. A resposta não é mágica, é planejamento. Chama-se Contrato de Namoro. Simples assim. É um documento, pode ser até particular, mas uma escritura pública dá mais peso, tipo um selo de qualidade ISO 9000 pro seu relacionamento (no quesito patrimônio, claro!), onde o casal declara, preto no branco: ‘Olha, a gente se gosta, tá junto, mas neste momento, não temos a intenção de formar uma família. Somos namorados.’ Ponto final.

Isso funciona como um escudo, uma ‘blindagem afetiva’ pro seu patrimônio. Aquele imóvel novo que você comprou com o bônus da firma enquanto namorava? Continua sendo seu. Aquela startup que começou a decolar? Sua. Sem risco de partilha se o namoro acabar. É clareza, gente. É colocar as regras do jogo antes de começar a partida. ‘Tem prazo de validade?’ Não tem regra fixa na lei, mas a gente recomenda renovar, tipo, anualmente. Pra quê? Pra mostrar que a situação continua a mesma: ainda é namoro. Sea coisa evoluir pra uma união estável de fato, aí é outra história, outro contrato (ou a falta dele, com as consequências que já vimos).

E tem até o ‘namoro qualificado’, aquele upgrade, tipo noivado. Já tem planos pro futuro, mas a família ainda não ‘nasceu’. O contrato aqui também ajuda a dizer: ‘Calma lá, os bens adquiridos agora ainda são individuais’. No fim das contas, pessoal, falar de dinheiro e contrato não mata o amor. Pelo contrário. Evita briga, evita processo, evita dor de cabeça. É cuidar do que é seu, com inteligência e planejamento. Porque, como a gente sempre diz no mercado, prevenir é melhor (e bem mais barato) do que remediar.

Pensem nisso!

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